Parkinson

Imagem de um cérebro feito de peças de quebra-cabeça

O Poder Oculto da QUERCETINA: Como Este Flavonoide EM DOSES particionadas e sinérgicas com outros ativos, está Transformando o Tratamento do Parkinson

por Julio Caleiro


A quercetina é um flavonoide natural encontrado em uma variedade de frutas, vegetais, ervas e outros alimentos. Ela é conhecida por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anti-histamínicas e imunomoduladoras. Quando se trata de sua ação no Parkinson, alguns mecanismos potenciais têm sido sugeridos, embora não estejam totalmente esclarecidos. Aqui estão alguns dos principais modos de ação propostos da quercetina: Porém as doses os horários, a forma correta de manipulação deve ser levado em consideração para que ocorra os efeitos contra o parkinson, não é simplesmente uma dose usual para que os efeitos realmente possam ocorrer conforme análises de estudos, procure o Dr. Júlio Caleiro – TERAPEUTA no watsapp acima para receber seu tratamento completo. Não tome nenhum bioativo sem orientação profissional de Terapeuta, de médico ou farmacêuticos.


1 - Propriedades antioxidantes: A quercetina tem a capacidade de neutralizar os radicais livres no corpo. No Parkinson, onde há um aumento do estresse oxidativo (desequilíbrio entre a produção de radicais livres e a capacidade antioxidante), a quercetina pode ajudar a reduzir os danos causados aos neurônios dopaminérgicos, que são particularmente sensíveis à oxidação.
2 - Atividade anti-inflamatória: A inflamação crônica tem sido implicada na progressão do Parkinson. A quercetina demonstrou ter propriedades anti-inflamatórias, inibindo a produção de mediadores pró-inflamatórios, como as citocinas, e diminuindo a ativação de células do sistema imunológico envolvidas na inflamação.
3 - Proteção neuronal: Estudos sugerem que a quercetina pode ter efeitos neuroprotetores, protegendo os neurônios dopaminérgicos da morte celular induzida por toxinas associadas ao Parkinson. Ela pode fazer isso ativando vias de sinalização celular que promovem a sobrevivência celular e inibindo vias que levam à morte celular.
4 - Modulação da via de sinalização: A quercetina também pode influenciar várias vias de sinalização celular envolvidas na regulação da função celular, incluindo a via da proteína quinase ativada por mitógeno (MAPK), a via da proteína quinase ativada por AMP (AMPK) e a via da proteína quinase B (PKB ou Akt). Essas vias desempenham papéis importantes na sobrevivência celular, apoptose (morte celular programada) e resposta a estressores celulares.


Estudos em HUMANOS:

1 - Um estudo piloto de 2015, publicado na revista “Nutritional Neuroscience”, investigou os efeitos da suplementação de quercetina em pacientes com Parkinson. Os resultados sugeriram que a quercetina pode melhorar a função motora e reduzir a fadiga em pacientes com Parkinson, mas o estudo foi pequeno e os resultados devem ser interpretados com cautela.
2 - Outro estudo, publicado em 2016 na revista “Pharmacological Research”, examinou os efeitos da quercetina na inflamação e na função motora em pacientes com Parkinson. Os pesquisadores observaram uma melhora significativa na função motora e uma redução nos marcadores inflamatórios em pacientes tratados com quercetina, sugerindo um potencial benefício terapêutico.
3 - Um ensaio clínico randomizado e controlado com placebo, conduzido na Universidade de Queensland, na Austrália, está investigando os efeitos da quercetina em pacientes com Parkinson. Os resultados desse estudo ainda não foram publicados, mas podem fornecer mais insights sobre a eficácia da quercetina como tratamento complementar para o Parkinson.
4 - Além disso, vários estudos observacionais têm explorado a associação entre o consumo de flavonoides, incluindo a quercetina, e o risco de desenvolver Parkinson. Embora alguns desses estudos tenham encontrado uma associação inversa entre o consumo de flavonoides e o risco de Parkinson, é importante ressaltar que a pesquisa nesse campo é complexa e os resultados são variáveis.


Vários outros estudos pré-clínicos (realizados em laboratório ou em animais) examinaram o potencial da quercetina no tratamento do Parkinson. Alguns desses estudos mostraram resultados promissores, enquanto outros foram inconclusivos. Aqui estão alguns exemplos:

1 - Um estudo publicado em 2015 na revista “Neuroscience Letters” mostrou que a quercetina foi capaz de proteger neurônios dopaminérgicos em um modelo animal de Parkinson. Os pesquisadores observaram uma redução na perda de células dopaminérgicas e melhora no comportamento motor dos animais tratados com quercetina.
2 - Outro estudo, publicado em 2017 na revista “Brain Research Bulletin”, sugeriu que a quercetina pode exercer efeitos neuroprotetores através da ativação de vias antioxidantes e anti-inflamatórias em um modelo de ratos com Parkinson.
3 - Um estudo de 2018, publicado na revista “Frontiers in Cellular Neuroscience”, também encontrou evidências de que a quercetina pode proteger contra danos oxidativos e inflamação no cérebro de ratos com Parkinson, potencialmente retardando a progressão da doença.
4 - Um estudo publicado em 2015 na revista “Neuroscience Letters” mostrou que a quercetina foi capaz de proteger neurônios dopaminérgicos em um modelo animal de Parkinson. Os pesquisadores observaram uma redução na perda de células dopaminérgicas e melhora no comportamento motor dos animais tratados com quercetina.
5 - Outro estudo, publicado em 2017 na revista “Brain Research Bulletin”, sugeriu que a quercetina pode exercer efeitos neuroprotetores através da ativação de vias antioxidantes e anti-inflamatórias em um modelo de ratos com Parkinson.
6 - Um estudo de 2018, publicado na revista “Frontiers in Cellular Neuroscience”, também encontrou evidências de que a quercetina pode proteger contra danos oxidativos e inflamação no cérebro de ratos com Parkinson, potencialmente retardando a progressão da doença.

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Imagem de um frasco de vitamina D

Vitamina D reduz a progressão da doença de Parkinson

por Julio Caleiro


A quercetina é um flavonoide natural encontrado em uma variedade de frutas, vegetais, ervas e outros alimentos. Ela é conhecida por suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, anti-histamínicas e imunomoduladoras. Quando se trata de sua ação no Parkinson, alguns mecanismos potenciais têm sido sugeridos, embora não estejam totalmente esclarecidos. Aqui estão alguns dos principais modos de ação propostos da quercetina: Porém as doses os horários, a forma correta de manipulação deve ser levado em consideração para que ocorra os efeitos contra o parkinson, não é simplesmente uma dose usual para que os efeitos realmente possam ocorrer conforme análises de estudos, procure o Dr. Júlio Caleiro – TERAPEUTA no watsapp acima para receber seu tratamento completo. Não tome nenhum bioativo sem orientação profissional de Terapeuta, de médico ou farmacêuticos.


Há muitos anos conhecida pelo seu papel na manutenção da saúde dos ossos, a vitamina D tem sido uma peça fundamental na função cerebral. Particularmente, na redução do risco de desenvolvimento da doença de Parkinson ou da progressão de sua severidade. No entanto, sabe-se que não necessariamente baixos níveis de vitamina D provocam a doença. Por essa razão, para verificar a relação da vitamina D e da doença de Parkinson, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Jikei, no Japão, realizaram um estudo randomizado com 114 pacientes com a patologia.


Os resultados foram publicados em maio de 2013 no American Journal of Clinical Nutrition e sugerem que a suplementação com vitamina D de fato pode ajudar a estabilizar a evolução da doença de Parkinson em pacientes com predisposições genéticas, isto é, pacientes com alterações no gene receptor para vitamina D. A vitamina D3 – forma ativa do nutriente – é lipossolúvel e ao entrar na célula interage prontamente com seu receptor, ou seja, caso haja uma alteração no gene que “forma” a proteína desse receptor, a vitamina não executará adequadamente sua função no corpo.


Os participantes tinham em média 72 anos, sendo que um grupo recebeu placebo (cápsulas sem ativo) e outro grupo recebeu uma dose de vitamina D por 1 ano. No início e ao final do estudo, os pacientes foram avaliados para determinar os sintomas da doença de Parkinson, além de retirar amostras de sangue avaliação dos níveis de vitamina D e da composição genética.


Como esperado, a suplementação melhorou os níveis de vitamina D nos participantes. Além disso, os indivíduos que ingeriram placebo apresentaram declínios mentais e físicos relacionados ao Parkinson, especialmente naqueles que tinham alterações no gene que codifica o receptor para vitamina D. Mais importante ainda foi a falta de efeitos negativos da vitamina, como por exemplos concentrações elevadas de cálcio no sangue.


Os autores concluíram que alguns pacientes com doença de Parkinson podem se beneficiar com a suplementação de vitamina D. Sugeriram também que, uma vez que no início da vida a deficiência de vitamina D pode causar certos transtornos do neurodesenvolvimento, como esquizofrenia, ela pode acelerar a progressão de doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson. Esse estudo é importante quando verificamos a possibilidade de prevenir doenças neurodegenerativas tanto como o Parkinson quanto o Alzheimer, patologias com motivos ainda desconhecidos e sem possibilidades – pelo menos atualmente – efetivas de regeneração total.


Mais um estudo que demonstra o benefício da vitamina D3 em pacientes com Parkinson. Para mais informações, sugiro que leia a matéria abaixo:


*Artigo extraído do Revista Online da Pharmacia Essentia de 22/07/2013.
Fonte:
Suzuki, M., Yoshioka, M., Hashimoto, M., Murakami, M., Noya, M., Takahashi, D., Urashima, M. Randomized, double-blind, placebo-controlled trial of vitamin D supplement in Parkinson’s disease. Am J Clin Nutr May 2013.

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Imagem de um frasco de vitamina B12

Vitamina B12 no tratamento do Mal de Parkinson

por Julio Caleiro


Um estudo conduzido na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revelou que doses elevadas de vitamina B2 (riboflavina), aliadas à retirada de carne vermelha do cardápio, ajudam a reverter sintomas em pacientes com mal de Parkinson. (Coimbra CG, Junqueira VBC. High doses of riboflavin and dietary elimination of red meat promotes recovery of some motor functions of Parkinson’s disease patients. Braz J Med Biol Res 2003; 36:1409-1417)


Veja a entrevista concedida à Radio Imperador, da cidade de Franca/SP, pelo nutricionista Dr. Júlio Caleiro, abordando o tratamento do MAL DE PARKINSON:

http://www.youtube.com/watch?v=41aK_bfH57w


Estudo disponível no link:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-879X2003001000019&lng=pt&nrm=iso

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